Older Jack: Sehr gut

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Quando vi o nome “Metal über Alles” logo meu alemão “fajuto” de pouco tempo de curso foi exercitado. A bandeira de Santa Catarina estampada no encarte do álbum do Older Jack logo me lembrou da influência dessa cultura no estado. Além disso, pude constatar em 1 ano de curso que o alemão é um idioma muito, mas muito difícil, e, quando me deparo com essa banda vejo que eles escreveram todas as músicas em alemão — ganhou meu respeito. A banda formada por Carlos Klitzke (vocais), Deivid Wachholz (guitarra), Hermann Wamser (guitarras), Bruno Maas (bateria) e César Rahn (baixo) fazem um excelente heavy metal direto de Pomerode/SC, uma das cidades com maiores influencias alemãs que pude conhecer.

O álbum inicia com a cativante Öl und blut. O som riffado dentro do ramo mais tradicional do heavy metal logo chama a atenção. Os vocais são um pouco rasgados, lembrando um pouco o estilo do Grave Digger. Metal über alles continua com excelentes riffs e um refrão bastante poderoso. Essa mesma linha é seguida por Fosa e In namen das geldes — um heavy metal bem tradicional e riffs bastante poderosos. O ritmo é diminuído um pouco no interlúdio Luft, executado somente no violão, e logo volta ao metal em Macumba. A introdução está mais na linha “Judas Priest”, abrindo espaço para os já presentes fortes riffs. Achei bem interessante as variações na melodia nessa música, o que incluiu até o solo. O álbum é encerrado com a pesada Wahnsinn e a épica Das ende.

Como costumo dizer em álbuns de estreia, o Metal über alles cumpriu o papel de apresentar o Older Jack. A sonoridade da banda é pesada e com suas raízes no heavy metal tradicional. As músicas possuem vocais em coro, mas abrem espaço também para algumas variações na melodia. Os vocais são agressivos e casam muito bem com os riffs na guitarra.

#Tracklist:
1.Öl und blut
2.Metal über alles
3.Fosa
4.In namen das geldes
5.Luft
6.Macumba
7.Wahnsinn
8.Das ende



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